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Desafios de políticas públicas para saúde marcam abertura de simpósio

2º Simpósio Nacional de Gestão Pública e Privada foi aberto na noite desta quarta-feira, 24, na PUC Goiás

© by Ana Paula Abrão

Foi aberto oficialmente na noite desta quarta-feira, 24, o 2º Simpósio Nacional de Gestão Pública e Privada, no Auditório da Área 4, Setor Leste Universitário. O evento, iniciado hoje, tem por objetivo fomentar discussões sobre o atual cenário de políticas públicas para saúde no Brasil. Além de acadêmicos, professores e profissionais, participaram da cerimônia autoridades do setor público, como o vice-governador de Goiás, Lincoln Tejota.

“Ao longo da programação, temos um grupo bem diversificado, inclusive com posicionamentos diferentes, e isso irá contribuir enormemente para as discussões”, explica o idealizador do simpósio e presidente do Instituto RG, Renato Gomes. “É uma pauta de extrema importância. É relevante, urgente. Somam-se aos esforços deste evento os esforços da Igreja, por meio da CNBB, no fortalecimento dessa agenda nacional para as políticas públicas”, pontua a pró-reitora de Graduação da PUC Goiás, professora Sonia Margarida Gomes.

Políticas de atendimento ao público

Contribuindo para enriquecer as discussões da noite, a cerimônia teve como conferencista magno o professor Christiano Quinan, presidente do Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde (CBEXS), com o tema Políticas públicas para a saúde e cidadania: desafios e perspectivas. “Quando falamos de saúde pública, não cabe a distinção entre público e privado. Estamos falando sobre a saúde da população, de cuidado integral”, frisa.

Para o futuro, o professor e executivo acredita que alcançaremos a integração dos diferentes sistemas atuais de saúde, beneficiando o atendimento do cidadão como indivíduo, único no sistema. Com isso, seria possível cada pessoa ter um único prontuário, por exemplo, facilitando atendimentos em qualquer instituição de saúde, independente se pública ou privada. “O desfio maior, no entanto, é o pensamento de políticas públicas como políticas de governo e não como políticas de Estado, feitas como projeto a longo prazo”.

A posição reativa culturalmente estabelecida no país também é criticada pelo professor. “Precisamos falar de saúde ao invés de falar de doença”, explica. Na prática, isso poderia levar ao fortalecimento de práticas de prevenção, caminho que já tem sido almejado por empresas do setor.

O evento segue com intensa programação até amanhã, 25. Serão realizados mesas-redondas e minicursos nas áreas jurídica e da gestão pública da saúde, nos auditórios da Área 4 e no Câmpus V. O Simpósio é uma promoção da Escola de Ciências Médicas, Farmacêuticas e Biomédicas junto ao Instituto RG e apoio das  escolas de Ciências Sociais e da Saúde e de Direito e Relações Internacionais.

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Fotos: Ana Paula Abrão