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Atividade integra projetos do Pris para encerramento do semestre

Fantasiados e com balões, voluntários, professores, educandos e familiares comemoraram o semestre

© by Weslley Cruz

Fechando o semestre, o Programa de Referência em Inclusão Social (Pris) da PUC Goiás realizou na tarde desta terça-feira, 4, sua confraternização de final de ano de uma forma diferente: todos os projetos que integram o Pris se divertiram juntos, com apresentações, músicas, vídeos, jogos e brincadeiras.

No auditório da Escola de Formação de Professores e Humanidades (EFPH), voluntários, professores, educandos e seus responsáveis de cada projeto usaram balões coloridos para a identificação de cada grupo: amarelo para o Alfadown, vermelho para o Projeto Aprender a Pensar, rosa para o Projeto Infantil Gastronômico, verde para o projeto VER e branco para projeto Saúde e Políticas Públicas. No final, ao som de “Firework” da Katy Perry, todos jogaram os balões no ar, com o desafio de não deixar nenhum cair. As cores se misturaram, percorrendo todo o auditório, enquanto todos brincaram. Uma demonstração simbólica da inclusão social.

Para além do simbólico, no palco, cada grupo apresentou as ações e atividades realizadas ao longo do semestre, para que todos pudessem se conhecer. “É a primeira vez que fazemos nesse formato, para incluirmos todos em um unico encontro”, frisa a coordenadora do Pris, professora Juliana Hannum.

Neste ano, mais de 350 integraram os projetos do Pris, atuando dentro e fora da universidade, por meio de parcerias com entidades como a Prefeitura de Goiânia, o Ministério Público, o Tribunal Regional Eleitoral, a Câmara Municipal, entre outros. “Quando o trabalho é bem feito, a gente fica muito feliz em ver os resultados”, comemora o coordenador de Extensão da universidade, professor Leônidas Albano. Ele ainda lembrou a importância da visão global dentro da extensão universitária. “É uma estratégia que temos trabalhado há algum tempo, de que os voluntários tenham uma visão mais ampla dos projetos”, lembra.

Consciente de sua contribuição para a inclusão social na cidade a partir de sua participação em um dos projetos, a psicóloga voluntária Milkaele Coelho convidou os demais à participação no PAP. “É um projeto muito bonito. Você aprende muito e contribui para essas crianças”. No Pris, cada voluntário pode atuar em um projeto ou ir “passeando” entre os projetos ao longo dos anos. Para 2019, as inscrições já estão abertas.

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Fotos: Weslley Cruz