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Infertilidade humana ganha olhar multidisciplinar em roda de conversa

Evento foi promovido pelo Pris em conjunto com estudantes de Iniciação Científica

© by Weslley Cruz

O Programa de Referência em Inclusão Social (Pris) da PUC Goiás, em parceria com o grupo de estudos Reprodução Humana Assistida: o novo campo para a Psicologia, ligado a projetos de Iniciação Científica, promoveram nesta quinta-feira, 29, roda de conversa no auditório 2 da Área 2.

Reunindo estudantes, pesquisadores e pessoas da comunidade, o evento trabalhou o tema A infertilidade e a reprodução assistida – atenção psicossocial e os desafios da inclusão com as exposições de médicos, psicólogos e da influencer e idealizadora da campanha #barrigasolidaria, Luciana Salatiel.

“A ideia é mesmo promover a discussão e pensar na atuação multidisciplinar na área”, explica a coordenadora do Pris e orientadora do grupo, professora Juliana Hannum. “É uma oportunidade também, para a comunidade discutir o tema que é novo. No geral, a gente leva a maternidade como se fosse algo divino”, conclui.

Entre os palestrantes da noite, o médico e professor Vinícius de Oliveira, que explicou conceitos sobre a infertilidade. “É um tratamento desgastante do ponto de vista emocional, então é importante ter uma equipe multidisciplinar preparada para acolher esse casal”, ressaltou.

Foto: Weslley Cruz

“É um tema que tem crescido em discussão, talvez pela crescente preocupação com a saúde e os problemas que estão aparecendo, mas é certo que a infertilidade tem aparecido mais em pauta”, lembrou a estudante de Psicologia Laís Gonçalves, que integrou a equipe de organização. “É uma realidade que ainda é tabu”.

O peso de uma temática sensível como a infertilidade foi sentida por Luciana, que compartilhou com a comunidade e os futuros profissionais um pouco da sua história com a Barriga Solidária e sobre a campanha que tem desenvolvido junto à opinião pública e o poder público para a causa.

“É uma causa pouco conhecida, pouco divulgada. É legalizado o procedimento no Brasil e as pessoas não sabem. Até figuras públicas que procurei confessaram que não sabiam que poderiam fazer em pessoas não consanguíneas”, explicou. “A campanha vem para divulgar, informar, conscientizar e tentar mudar a lei no Brasil”, afirmou. Atualmente, a mãe do Pedro, hoje com sete meses, compartilha sua história e tira dúvidas em seus perfis na internet, como o instagram @lusalatieloficial. O dia a dia no enfrentamento de um câncer também é compartilhado com seus seguidores.

Participaram da organização os alunos de IC: Deylla Cordeiro, Izabela Peixoto, Thaynara Bento, Laís Gonçalves, Paulo Campos, Ana Paula Estevão.

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Fotos: Weslley Cruz