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Colóquio marca nova etapa de programa de iniciação à docência

Estudantes de licenciatura vão desenvolver projetos até 2019/2 por meio do Pibid

© by Ana Paula Abrão

Com 169 graduandos ligados a seis subprojetos, a Coordenação Institucional do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) na PUC Goiás abriu na tarde desta segunda-feira, 20, sua quarta etapa. O I Colóquio Internacional do Pibid marcou o início dos trabalhos, que devem se estender até 2019/2. A programação reuniu novos bolsistas e egressos no Auditório da Escola de Formação de Professores e Humanidades (EFPH) e contou lançamento da revista digital, entrega de certificados a egressos e debate sobre a teoria histórico-cultural. Ao todo, quase mil alunos já participaram do programa em uma década.

O coordenador Institucional do Pibid, prof. José de Oliveira Barbalho, enfatiza o papel da inciativa para a formação dos graduandos nos cursos de licenciatura ofertados pela universidade. “O programa procura fazer com que o aluno desenvolva um conjunto de atividades em direção à sua formação como professor em escolas estaduais e municipais. Além das atividades com o coordenador de área e com o supervisor da escola, é um momento de reflexão no que sentido de que possa refletir sobre a prática”, avalia.

A pró-reitora de Graduação da PUC Goiás, profa. Sônia Margarida Gomes Sousa, lembrou a tradição da universidade na área de formação de professores. “Temos avaliações internas que dizem da excelência dos nossos estudantes no campo de atuação. São alunos que assim que concluem sua graduação se inserem no mercado de trabalho. Nós entendemos que fazer parte desse programa é mais contribuição na formação do nosso estudante de graduação para que ele possa, ao concluir seu curso, tenha todo o instrumental para fazer a diferença”, avaliou.

Diretor da EFPH, o prof. Romilson Siqueira destaca a relevância da teoria histórico-cultural para os debates sobre a formação de professores. No colóquio, o assunto foi apresentado pela a profa. dra. Liudmila Guseva, da Universidade Estadual de Magnitogorsk, da Rússia. “É uma teoria que marca posicionamento do professor, do conhecimento e do aluno no processo de ensino-aprendizagem. Vai discutir o lugar do professor, do conhecimento e do aluno na sala de aula”, explica o gestor.

Participação

Egresso do Pibid, o acadêmico de Matemática Clodoaldo Gomes de Oliveira, 40 anos, desenvolveu suas atividades no Colégio de Aplicação do Instituto de Educação de Goiás (IEG), no Setor Leste Vila Nova. “Trabalhamos com vários projetos, criação de jogos, atividades lúdicas, abordamos toda uma contextualização de forma interdisciplinar com a matéria que o professor regente estava ministrando. Isso era trabalhado de forma concreta”, descreve ele, que atuou durante quatro anos no programa. “Já trabalho com meus alunos usando todas as ideias e processos do Pibid na minha formação acadêmica”, comenta Oliveira, que atua em uma escola estadual.

O Pibid

Encampado pelo Ministério da Educação (MEC), o Pibid oferece bolsas de iniciação à docência aos alunos de cursos presenciais que se dediquem ao estágio nas escolas públicas e que, quando graduados, se comprometam com o exercício do magistério na rede pública. O objetivo é antecipar o vínculo entre os futuros mestres e as salas de aula da rede pública. Com essa iniciativa, o Pibid faz uma articulação entre a educação superior – por meio das licenciaturas -, a escola e os sistemas estaduais e municipais.

(Com a colaboração de Denise Alves, estagiária de Jornalismo da Dicom)

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Fotos: Ana Paula Abrão