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Convênio possibilita estágio para acadêmicos de Engenharia

Ademi Goiás e PUC assinam parceria que facilitará contratação de estagiários da universidade

A Escola de Engenharia da PUC Goiás assinou termo de cooperação Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) com objetivo de disponibilizar vagas de estágios para os acadêmicos de engenharia nas empresas associadas da entidade, sem qualquer custo. O convênio, assinado no último dia 9, é gratuito e se refere ao formato de estágio obrigatório, cuja remuneração é facultativa.

O presidente da associação, Roberto Elias assinou o termo com o diretor da Escola de Engenharia, professor Fábio Manoel Sá Simões e a coordenadora de estágio do curso de Engenharia Civil, Cybelle Luiza Barbosa Musse. Roberto frisou a importância do convênio para os estudantes e futuros profissionais do mercado, que terão a oportunidade de vivenciar o trabalho na prática. “Os benefícios serão mutuamente ricos, tanto para empresas como estudantes. As empresas têm a chance de moldar melhores profissionais, e os estudantes podem se aprimorar com responsabilidade e adquirir amplo conhecimento das dinâmicas do mercado. É um processo que acrescentará em muito para o setor imobiliário, e, por isso, está sendo apoiado e divulgado pela Ademi-GO”, disse.

Para o diretor da Escola de Engenharia, o propósito da universidade é suprir a necessidade de criar campos definidos de estágio, colocando os alunos em contato direto com o mercado de trabalho. Ele explicou que uma das dificuldades do estudante de encontrar estágio se dá pelo desconhecimento por parte das empresas da lei que regulamenta a atividade. “Muitas empresas não sabem que a lei prevê que o estágio obrigatório, com duração de seis meses, seja não remunerado. Após este período, nada impede que a empresa continue com o aluno, e só então o estágio passa a se caracterizar como não obrigatório e deve ser remunerado com algum valor”.

 

Fábio Simões garantiu que 2018 será transformador com a aproximação do mercado. “Na nova diretriz curricular nacional dos cursos de engenharia já está sendo discutido uma aproximação maior das empresas com as academias, no sentido de que o aluno atenda as demandas que o mercado de trabalho tem o quanto antes durante sua formação. Os cursos de engenharia no futuro exigirão essa proximidade e relação estreita e direta com o setor”, finalizou. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Ademi Goiás)