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Festa encerra semestre de programa voltado para inclusão

Pris comemora finalização das atividades contabilizando, em todo ano, cerca de 30 mil atendimentos em projetos permanentes e ações comunitárias

© by Weslley Cruz

Os enfeites natalinos e balões verdes e vermelhos pendurados no teto do Hall da Área 1 da PUC Goiás, no Setor Leste Universitário, já davam a pista: a manhã deste sábado, 2, seria dedicada para comemorações. Em clima festivo, o Programa de Referência em Inclusão Social (Pris) da universidade encerrou as atividades do semestre. Professores, alunos dos projetos permanentes Alfadown e Aprender a Pensar (PAP), voluntários – graduandos da instituição – e familiares – comemoraram a finalização das atividades na festa Fantasia ou talento? Você escolhe!

Princesas e super-heróis foram os principais escolhidos entre aqueles que comemoraram o semestre com uma fantasia. Já os que preferiram mostrar seus talentos apostaram na música e na dança para animar a manhã festiva.

Os alunos do Alfadown, por exemplo, cantaram uma canção Como é grande o meu amor por você, conhecida na voz de Roberto Carlos e dançaram Tic, tic, tac, sucesso dos anos 1990 da banda Carrapicho. As apresentações foram desenvolvidas ao longo do semestre, no contexto de uma oficina para desenvolver o protagonismo das pessoas com Síndrome de Down.

A aluna do Alfadown Cristhiane de Andrade, 38 anos, também preferiu se expressar por meio dos passos coreografados. Acompanhada da mãe, a enfermeira Walkíria de Andrade Barbosa, 65, ela aguardava o momento de fazer sua apresentação de dança do ventre.

Enquanto a hora não chegava, a jovem circulou pelo Hall e aproveitou para fazer selfies com os amigos. “Nesse semestre, tivemos uma evolução muito grande no programa, um maior relacionamento social. É uma iniciativa fundamental para as pessoas com Síndrome de Down”, avaliou, informando que Cristhiane faz parte do projeto desde as primeiras turmas.

Já a funcionária pública Ana Paula Cavalcante, 42, ressaltou a mudança de comportamento do filho, Regis Cavalcante, oito, depois que o garoto passou a fazer parte do Aprender a Pensar. “Todos os dias, vemos pequenas mudanças. Ele passou a ajudar mais em casa, a ser mais respeitoso com o irmão e com os avós”, disse.

Balanço positivo

A coordenadora do Pris, profa. Juliana Hannum, informa que, ao longo ano, o Alfadwon, o PAP e as ações do programa na comunidade somaram cerca de 30 mil atendimentos, uma média de 3 mil por mês. “Temos muito talentos nos projetos”, ressalta. “Trabalhamos o desenvolvimento de habilidades sociais e, com isso, a interação social. Então, esse é o momento de interação para todos. É um dia de alegria para todos nós”, explica.

Juliana faz ainda um balanço positivo das ações do Pris na comunidade. “Fizemos um recorte dos projetos permanentes, levamos para a comunidade e tivemos um feedback positivo”, ressalta.

O reitor da universidade, prof. Wolmir Amado, esteve na festa de encerramento e ressaltou que as atividades permanentes de extensão voltadas para a inclusão social reforçam o caráter comunitário da universidade. “Celebramos a colheita, os resultados obtidos e a caminhada feita. Resultados que são indicadores do desenvolvimento humano, da participação das pessoas, do envolvimento de famílias, de portadores de diretos especiais, de pessoas com talentos que precisam ser cultivados. Enfim, uma universidade comunitária, que celebra a inclusão social e com ela reforça um projeto de país com desenvolvimento e crescimento para todos”, frisou.

Voluntariado

Entre os voluntários do Pris o sentimento é um só: quem passou a fazer parte dos projetos não quer sair mais, como explicam as alunas de Fisioterapia da PUC Goiás Patrícia dos Santos, 21, e Juliana Silva Borges, 22. Neste semestre, elas estrearam na função e já aguardam ansiosas pelas próximas atividades. “Só saio daqui [do Alfadown] com o diploma”, brinca Patrícia. “A gente entra querendo acrescentar algo, mas somos os mais beneficiados”, diz.

Em busca de uma experiência “diferente da rotina”, Juliana ressalta a importância do voluntariado para sua formação. “Os encontros são às terças e, às vezes, a gente chega desanimado, mas eles trazem muito ânimo para nós. Aprendemos muito com eles. O que recebemos é muito mais do que o que damos”, constata.

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Fotos: Weslley Cruz