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Empreendedorismo é tema de seminário

Evento estimula a prática empreendedora na instituição a partir das empresas juniores

© by Weslley Cruz

O Seminário Aprender a Empreender da universidade ocorreu na manhã desta quinta-feira, 31, no auditório da Área 2 (Praça Universitária), com mais de 200 acadêmicos de todas as escolas que assistiram palestras sobre empreendedorismo e inovação proferidas por representantes do Sebrae e IEL, além de relatos de experiências de estudantes envolvidos com empresas juniores na PUC Goiás e UFG.

De acordo com a coordenadora de Apoio ao Estágio, Monitoria, Egressos e Empresas Juniores (Caeme), Ana Flávia Mori Lima, o evento estimula a prática empreendedora na instituição, a partir de um marco regulatório que dispõe sobre o financiamento das empresas juniores no âmbito da PUC Goiás. A iniciativa surgiu da demanda do corpo discente e foi acolhida pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), a partir da lei federal que regulamenta esse tipo de empresa.

“Observamos que nosso aluno precisa de uma capacitação no ato de empreender, então por isso nós convidamos consultores para falar sobre a temática”, pontuou a coordenadora da Caeme.

Consultor da área de Gestão de Inovação do IEL, Miguel Ítalo Cavalcante, frisou que o principal conceito do empreendedorismo é transformar sonhos em negócio. Ele demonstrou que o papel do empreendedor é gerar um valor financeiro e emocional , além de captar isso para o cliente, a longo prazo. De acordo com ele,  as empresas precisam se reinventar: “a inovação é essencial para identificar oportunidades no mercado. Empreender é resolver a dor de alguém e neste momento de crise as oportunidades surgem”, pontuou.

A acadêmica da UFG, Bruna Faria, socializou com o público sua experiência como diretora presidente da Brava Prime, empresa júnior dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da instituição. Mesmo após concluir quatro estágios na área, ela percebeu que faltava mais conhecimento para ser aplicado no seu trabalho futuro como empreendedora.

“Nos estágios eu executava o que os chefes me delegavam, mas o curso exige muito mais do que isso. É preciso saber tomar decisões, ter um poder de persuasão junto ao cliente, além de oferecer caminhos para as empresas na gestão de pessoas”, observou.

Além do impacto da experiência na vida profissional e pessoal, ela destacou a relevância deste tipo de empresa para o desenvolvimento da própria sociedade. Entre os serviços, a empresa júnior oferece consultoria financeira, plano de marketing e operacional, abertura de CNPJ, regularização na Prefeitura, declaração de imposto de renda e também plano de negócio. Estudantes dos cursos de Relações Internacionais e engenharias da PUC Goiás também relataram suas experiências com empresas juniores da universidade.

 

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Fotos: Weslley Cruz