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Vincenzo Landi profere palestra na Escola de Ciências Agrárias e Biológicas

Pesquisador da Universidade de Córdoba fez uma explanação interdisciplinar sobre produção animal

© by Weslley Cruz

O docente da Faculdade de Veterinária da Universidade de Córdoba, prof. Vincenzo Landi proferiu palestra na manhã desta terça-feira, 29, na Escola de Ciências Agrárias e Biológicas da PUC Goiás (Câmpus II), sobre a inserção do profissional de Zootecnia e Biologia em pesquisas que visam o melhoramento genético animal. O evento interdisciplinar marcou a aula inaugural do semestre para os cursos mencionados, com a presença da direção da Escola, corpo docente e discente.

O coordenador do curso de Zootecnia da instituição, prof. Marlos Castanheira, considerou a importância do contato do pesquisador convidado com os estudantes. “É extremamente interessante para que nossos alunos tenham uma perspectiva do que é a pesquisa e, mais do que isso, o que acontece a nível internacional. No caso da Zootecnia, conseguimos ver essa atuação por meio de um melhoramento genético e o estudante de Biologia pode pegar o gancho para trabalhar a questão da genética ou a percepção da preservação das espécies”, refletiu.

Italiano radicado na Espanha, o professor Vincenzo que pesquisa Biologia Molecular aplicada à reprodução, pontuou que o objetivo da explanação foi de mostrar que a produção animal, em todo o mundo, vive uma crise profunda, tanto econômica, como social: “hoje sabemos que há muitas pessoas veganas e existe um interesse pelo bem estar animal. Ademais disso, a produção animal é muito importante para a economia”, argumentou.

O pesquisador mostrou caminhos aos estudantes sobre como é possível encarar esses desafios, por meio da atuação profissional do biólogo e do zootecnista, público-alvo da palestra. “Cada especialista tem um nicho onde pode atuar, porque a produção animal tem muitos aspectos desde alimentação animal, genética, patologia, sustentabilidade ambiental, nutrição humana e qualidade da produção animal, entre outros”, enfatizou o pesquisador, ao ressaltar que esse trabalho precisa ser orientado até o consumidor final. “Não podemos pensar em produzir no Brasil 200 milhões de cabeças bovinas, sem pensar no impacto ecológico que essa produção tem”, instigou.

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Fotos: Weslley Cruz