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Polícia Federal abre ciclo de palestras do Direito

Encontros são a primeira envolvendo estágio obrigatório para alunos do curso

© by Wagmar Alves

Acadêmicos de Direito da PUC Goiás lotaram o Teatro PUC, no Câmpus V, para acompanhar palestra com delegado e com peritos da Polícia Federal (PF), na noite desta segunda-feira, 28, na primeira agenda do ciclo de palestras que ocorre durante todo o semestre. Nos eventos, a atuação, as atribuições e a estrutura de diferentes órgãos são abordadas. Ao todo, serão oito encontros, que contemplam ainda audiências e sessões de julgamento.

Responsável pelo ciclo, o prof. Wellington de Bessa Oliveira, do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) da universidade, explica que a atividade faz parte da disciplina Prática Jurídica I – Audiência e Visitas. “Trata-se do primeiro estágio obrigatório do Direito”, salientou.

Neste semestre, ainda serão realizados outros sete encontros, com representantes do Ministério Público Estadual e Federal, Polícia Civil, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Tribunal Regional do Trabalho – audiência e sessão de julgamento – e Conselho Penitenciário. “Além disso, os acadêmicos vão realizar outras atividades propostas por seus professores, como visitas a delegacias especializadas”, exemplificou.

“Revolução silenciosa”

O encontro foi divido em dois momentos: no primeiro, o delegado James Soliz dividiu com os alunos seus 15 anos de experiência na corporação. No segundo, os peritos Rodrigo Albernaz Bezerra e Alexandre Moreira Vaz comentaram sobre as técnicas investigativas.

Soliz destacou a formação dos aprovados no concurso da PF e relacionou os ensinamentos recebidos na academia com a repercussão do trabalho da instituição, destaque nos últimos anos com operações como a Lava Jato. “A mudança (no Brasil) se chama educação. E a formação nossa, na academia, é que fez a diferença”, argumentou.

O delegado avalia que a exposição na mídia desperta o interesse dos estudantes de Direito para a área e, ao mesmo tempo, estimula o trabalho de outras polícias. Por outro lado, também há maior cobrança em torno do trabalho da PF.

“Fizemos uma ‘revolução silenciosa’ neste país. Demonstramos que se poderia acreditar no trabalho policial. E isso é um indutor. Outras polícias passaram a nos copiar. Hoje, temos demonstração de probidade de outras forças. Nós iniciamos esse exemplo”, ressaltou, citando um trabalho em conjunto com a Justiça Federal.

Oportunidade

Palestras são uma oportunidade para conhecer melhor as áreas de atuação. É o que pensa a estudante do 7º período de Direito, Bruna Lara, 20 anos. “Estou esperando que seja produtiva (a palestra), que nós possamos, de fato, conhecer o órgão que está sendo apresentado hoje, porque o objetivo é aprofundar o conhecimento, por meio das pessoas que fazem parte da organização”, afirmou, momentos antes do início do encontro.

Já para o acadêmico do 8º período, Rimet Jules, 23, o evento ajuda a divulgar uma visão mais aprofundada da área. “É interessante para termos uma noção do que esses profissionais, que já atuam na área, pensam da profissão, quais são as experiências e suas expectativas, além de aprendermos um pouco da corporação”, refletiu.

(Texto: Diene Batista e Gabriel Araújo, estagiário de Jornalismo da Dicom)

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Fotos: Wagmar Alves