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PUC Goiás assina convênio de intercooperação com instituição angolana

© by Umaitá Pires

A PUC Goiás tem convênio inédito de intercooperação internacional com o primeiro país do continente africano. Firmada no penúltimo dia da Jornada da Cidadania 2017, durante solenidade na sede da Reitoria, no Câmpus II, a parceria garantirá intercâmbio de professores, publicações e experiências com o Instituto Superior Politécnico Católico de Benguela. O convênio foi assinado pelo reitor Wolmir Amado e pelo diretor geral da instituição angolana, padre Amadeu Ngula.
Desde segunda-feira, 22, representantes do instituto e do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola estão em missão em Goiânia para conhecer a PUC Goiás e o formato da Jornada da Cidadania. Eles mostraram atenção especial com o curso de Mestrado em Serviço Social, área de atuação importante para o país onde estão as instituições, pela carência e desigualdade social.
Países irmãos devido às raízes históricas e à língua portuguesa, Brasil e Angola vão ter nas universidades uma nova forma de aproximação e cooperação. “A partir do próximo ano já vamos ter ações concretas. Por exemplo, nós vamos ajudar o instituto a montar o programa de mestrado em Serviço Social e a base desse programa será a nossa experiência”, explicou o assessor de Relações Internacionais, professor Paulo Gonzaga, que também acredita na possibilidade de intercâmbio de alunos.
Paulo explicou que uma das possibilidades é usar o Programa de Estudantes – Convênio Graduação, do Ministério da Educação, que prioriza e incentiva a recepção de alunos africanos nas universidades brasileiras. A PUC Goiás já está habilitada a usar o programa. Outra área de interesse da instituição é a produção gráfica. Eles visitaram as estruturas da gráfica e da editora da PUC Goiás. “Eles ficaram impressionados com a quantidade de obras e artigos publicados pelo nosso corpo docente”.
A nova parceira da PUC Goiás tem apenas 10 anos, 8 cursos de graduação, 3.100 alunos e 82 professores. Para o padre Ngula, o exemplo da instituição goiana e a experiência dos 60 anos podem ser diferenciais na construção do instituto, apesar da distância. “Ela encurta-se pela tradição da própria língua. É uma instituição por ser católica tem também essa similaridade. Podemos aprender e perseguir o mesmo processo e chegar aos patamares que já chegaram”, garantiu.