Compartilhar, , Google Plus, Pinterest,

Imprimir

Publicado em:

Encontro com pesquisadores da comunidade Kalunga começa amanhã (30)

Terceira edição do evento debate o tema igualdade racial e direitos humanos

© by Divulgação

A PUC Goiás recebe a partir desta quinta-feira (30) o III Encontro dos Pesquisadores da Comunidade Kalunga. A programação ocorre das 08h às 22 horas, no Auditório da Escola de Formação de Professores e Humanidades (EFPH) da instituição, no Setor Leste Universitária. Com o tema Igualdade Racial e Direitos Humanos: Cultura, Trabalho e Cidadania, a programação ocorre também no dia 31 de março, no mesmo local e horário. A realização é da universidade, por meio do Instituto Dom Fernando (IDF), do Programa de Pós-Graduação em História, com o apoio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (Prope).

A abertura será às 09 horas, com a participação de representantes da comunidade e da PUC Goiás. Em seguida, haverá debate sobre o tema Comunidade Kalunga frente ao novo cenário: Direitos, violação de direitos e ações governamentais e não-governamentais.

A coordenadora do projeto Turismo Sustentável e Infância do Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (CET/UnB), Iara Brasileiro, comandará a mesa de debate. Participam o jornalista de O Popular, Cleomar Almeida; o representante da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), Denildo Rodrigues (Bico); a superintende executiva da Mulher e Igualdade Racial, Glaucia Teodoro Reis; e o presidente da Associação Quilombo Kalunga, Vilmar Costa.

O encontro continua os debates realizados nas duas primeiras edições – em 2011 e 2015, organizadas pela Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais (Iesa), cujo objetivo foi dar visibilidade aos trabalhos desenvolvidos pelos pesquisadores e articular uma rede de pesquisadores sobre a comunidade Kalunga e seu território.

Neste ano, o encontro reflete sobre as recentes mudanças no cenário político e econômico que ensejam preocupações em relação à atuação governamental e produção de políticas públicas, frente às demandas apresentadas pelas comunidades quilombolas. Também busca refletir sobre a recente exposição da comunidade na mídia em função de denúncias de exploração sexual e trabalho escravo.

Mais informações no site do evento.