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Engenharia Elétrica abre semana acadêmica e comemora 20 anos de curso

Evento ocorre até a próxima quarta-feira, 4

© by Ana Paula Abrão

A Escola de Engenharia da PUC Goiás abriu na noite de hoje, 2, a terceira edição da Semana Acadêmica de Engenharia Elétrica, no auditório 1 da Área 2. Já tradicional por ser um ponto de encontro entre estudantes do curso, profissionais de mercado e pesquisadores, o evento amplia a diversidade de temas e olhares neste ano e comemora as duas décadas de fundação do curso na universidade.

“É um momento de dupla alegria”, comenta o reitor Wolmir Amado, que participou ativamente da criação do curso, quando atuou como vice-reitor para Assuntos Acadêmicos, cargo equivalente ao atual de pró-reitor de Graduação. “Foi um curso que somou-se a outros nove criados à época, em um momento de expansão não só da universidade como de toda a graduação no Brasil”, explica. Por conta do aniversário, o reitor participou da mesa de abertura, assim como a pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, professora Milca Severino. A universidade completou 60 anos em outubro, seu jubileu de diamante.

Para um momento tão especial, o evento pensou em aliar comemorações com assuntos emergentes. “Buscamos aliar a parte técnica da engenharia elétrica com as competências e habilidades desejadas para um engenheiro, além de abordagens sociais, como a inclusão das mulheres”, conta o coordenador do curso, professor Felipe de Sousa Nobre. Diretor da escola, o professor Fábio Sá Simões comemora o evento de sucesso como uma oportunidade de networking. “É um momento de compartilhamento, não só de conhecimento como de histórias. Em um espaço assim, os estudantes podem ampliar sua rede com outros estudantes, com profissionais e pesquisadores”.

Representando a ala profissional, o presidente da Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores, Rogério Markiewicz, falou sobre a urgência de discutir o transporte público do futuro. “A mobilidade elétrica passa por política pública. É inevitável. O veículo elétrico é mais caro porque ele não tem incentivo nenhum no Brasil, diferente do que já está acontecendo em diversos países”, explica, ao falar que o país só tem uma frota de dois mil veículos do tipo atualmente, contra milhões de veículos alimentados por combustíveis fósseis. O evento segue até a próxima quarta-feira, 4.