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Universidade ganha nova liga acadêmica

Foco do trabalho será a conscientização do uso racional de medicamentos

Um simpósio abriu as atividades da Liga Acadêmica da Farmacologia (LAF), voltada para alunos da Escola de Ciências Médicas, Farmacêuticas e Biomédicas da PUC Goiás, na noite desta terça-feira, 08. As professoras Isabel Francescantonio (Medicina e Biomedicina), Sueli Essado (Nutrição), Madalena Del Duqui (Enfermagem) e Suzana Ferreira (Farmácia) debateram os cuidados no tratamento de pacientes por meio de medicamentos a partir de cada perspectiva profissional.

O evento ocorreu no Auditório da Área 1, na Praça Universitária, e foi prestigiado pela pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, profa. Milca Severino.

A gestora parabenizou alunos e professores pela iniciativa de formar a entidade e disse que as atividades extraclasses são um dos caminhos para qualificar a formação. “Parabéns aos professores que abraçaram essa ideia dos alunos: a parte mais importante da nossa instituição. O sucesso é daquele de quem tem competência na área que escolheu. E aprofundar o conhecimento é uma escolha decisiva”, incentivou.

Farmacologia
Diretor e membro-fundado da Liga, o acadêmico de Enfermagem Rafael Alves de Souza, 22 anos, explica se interessou pelo assunto a partir de uma disciplina cursada. “Percebi que a farmacologia é um tema que vai estar sempre presente em minha vida acadêmica e profissional”, diz ele, que vê na liga um caminho para concretizar o tripé da universidade: ensino, pesquisa e extensão.

Co-orientadora da entidade, a professora Viviane Guimarães, da Biomedicina, afirma que o trabalho da liga focará na conscientização para o uso racional de medicamentos. Entre as práticas consideradas vilãs, estão a automedicação e a indicação de remédios entre os próprios pacientes. “O uso de uma medicação tem que ser individualizado, com orientação. Com isso, podem acontecer efeitos adversos sérios, as pessoas usando medicação em doses inadequadas”, exemplifica.

O uso correto dos antibióticos é outro ponto importante, de acordo com a professora. É comum que, após a melhora, o paciente deixe de usar o remédio, o que pode levar ao surgimento da super bactéria. “A bactéria desenvolve resistência para aquele medicamento e, se isso acontecer, não é destruída por nenhum tipo de antibiótico”, esclarece.

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Fotos: Ana Paula Abrão